Voleibol: uma paixão nacional

Quem alguma vez já jogou ou assistiu a uma partida de voleibol sabe muito bem: sem trabalho coletivo, não há jogo. Talvez seja esse desafio de um verdadeiro trabalho de equipe o que torna o vôlei um dos esportes mais populares no mundo, tanto em sua forma competitiva quanto recreativa. O vôlei também conta com uma série de elementos e formas de interação que o tornam único dentre os jogos disputados por rally. É um esporte vibrante, que produz uma forte simbiose entre a torcida e os jogadores, promovendo, como poucos, a reversão de expectativas e fortes emoções.

Nos contextos mais variados, o voleibol está sempre associado ao lazer, à alegria, à saúde e à paixão. Seu público integra pessoas de diferentes gerações, criando uma atmosfera leve em todos os eventos e competições.

Segundo pesquisa da CBV, o voleibol é a segunda modalidade esportiva mais popular do Brasil, estando atrás apenas do futebol de Pelé e Zico. A visibilidade do vôlei no país do futebol não é por acaso: brasileiros e brasileiras têm sido protagonistas da história recente desse esporte. Desde a primeira medalha da modalidade, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, a seleção masculina vem colecionando títulos mundiais. De lá para cá, foram ao todo cinco medalhas em Jogos Olímpicos (dois ouros e três pratas) e nada menos que nove títulos da Liga Mundial. Um marco na história do voleibol brasileiro, a medalha de 1984 também deu início a uma época vitoriosa para a equipe feminina: em Jogos Olímpicos, as meninas conquistaram dois ouros e garantiram duas vezes o terceiro lugar. No Grand Prix, maior competição internacional do vôlei feminino, a equipe já soma dez títulos. O vôlei de praia não fica para trás. A modalidade, que é relativamente recente nos Jogos Olímpicos (foi incluída em 1996), já rendeu onze medalhas ao país em apenas cinco edições dos jogos, incluindo dois ouros, um para a categoria masculina e outro para a feminina.

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